sábado, 8 de dezembro de 2012

ITAPUKUS (MENIRES) E ITAPUKUTUBAS (CROMELEQUES) DO BRASIL

ITAPUKU (do Tupinambá ITA = PEDRA + PUKU = COMPRIDA) é a nomenclatura brasileira para o Menir português, em que ITAPUKUTUBA é a coletividade do mesmo, sendo -TUBA = MUITOS.
Os Menires – Também denominados de perafita, são monumentos pré-históricos de e em pedra, cravado verticalmente no solo (ortóstato), às vezes de tamanho bem elevado, como um megálito. A palavra menir foi adotada por arqueólogos do século XIX através do idioma francês, baseada em vocábulos bretões, significando men = pedra e hir = longa (comparado ao Gaélico: maen hir = pedra longa). Em português também se denomina perafita, do latim "petra ficta" ("pedra fixa/fincada").
Já ITAPUKUTUBA ou CROMELEQUES (do anglicanismo CROMELCH) trata-se de um conjunto de diversos menires¹, que podem apresentar-se dispostos em um (ou vários) Círculos, Semi-Círculos, Elipses ou Retângulos, podendo apresentar-se, ainda, em estruturas mais complexas como o Cromeleque dos Almendres.
Em geral, trata-se de monumentos pré-históricos, estando associados ao culto aos astros e ao Deus pagão Pã, representando a natureza e seus ciclos sazonais (mais específicamente, solstícios e equinócios), em clara referência à épocas de plantio e colheita (quando não em rituais de fertilidade e fecundidae humana), sendo considerados um local de rituais religiosos e de encontro tribal.
Embora o termo apresente obsolescência no âmbito da Arqueologia atual, permanece em uso como expressão coloquial e, através de uma observação mais acurada, podem ser identificados presentes nas conurbações das capitais federativas do Brasil – na maioria das vezes, inserido próximo às regiões centrais e/ou de relevância histórica ou política para a localidade.
A grande maioria dos cromeleques existentes em Portugal encontra-se em encostas expostas a nascente-sul. Já no Brasil, posicionam-se invariàvelmente no sentido Leste-Oeste (no qual pode-se acompanhar com nitidez a navegação do sol em relação aos solstícios), sendo rara – mas não inexistente – sua posição em sentido Sul-Norte, através da qual é mais sutil e quase imperceptível a observação fenomenológica dos eventos naturais solares, sejam solstícios ou equinócios.


quinta-feira, 4 de agosto de 2011

BRAZILIAN STATES FEDERATIONS SOCCER'S COATS ANALEMATICS SOLSTICIALS (ESCUDOS SOLSTÌCIAIS ANALEMÁTICOS DAS FEDERAÇÕES ESTADUAIS DO FUTEBOL BRASILEIRO)

Conforme descrição anterior, em "WORLD SOCCER'S COATS ANALEMATICS SOLSTICIALS (ESCUDOS SOLSTÌCIAIS ANALEMÁTICOS DO FUTEBOL MUNDIAL", segue aqui a continuação, tratando tão somente de expor os resultados analemáticos (ainda experimentais, em fase de testes, a deduzir-se da perda de resolução recorrente na parte superior dos brasões), neste caso abordando as Federações Estaduais de Futebol do Brasil já testadas sob incidência de luz solar solstìcial meridional invernal.


FEDERAÇÃO PAULISTA DE FUTEBOL (FSPF)




FEDERAÇÃO PERNAMBUCANA DE FUTEBOL (FPEF)


FEDERAÇÃO NORTE-RIOGRANDENSE [POTIGUAR] DE FUTEBOL (FRNF)














quarta-feira, 3 de agosto de 2011

LINHAS UFOLÓGICAS BRASILEIRAS [I]

Para quem já ouviu falar nas LINHAS DE NAZCA, já conversou sobre OS DEUSES ASTRONAUTAS de Erich von Däniken, já frequentou a comuna do orkut ERAM OS DEUSES TURISTAS (de sugestão e autoria deste escriba), mas acha que no Brasil não tem essas coisas, pode estar pisando em uma mensagem ufológica brasileira sem ao menos ter ouvido falar disso alguma vez na vida.


Como Plano Diretor das capitais brasileiras e das principais cidades fronteiriças (território quase duas vezes mais extenso que nossa costa), é determinado que um percentual de passeios públicos (calçamento) de ruas e praças tenham emprego de pedras portuguesas (em alguns lugares, como Curitiba, evocados pelo nome afrancesado, petit-pavée) como que assinalando (capitais) e delimitando (fronteiras), os domínios daquele que foi, nos séculos XVI, XVII, XVIII e até meados do XIX, o IMPÉRIO PORTUGUÊS das Américas - Leia-se, Brasil.


Não iludamo-nos com Zé Carioca: para nossos vizinhos, estamos mais para Carcarás Sanguinolentos que para maracanãs simpáticos (para os mais desavisados: a arara-maracanã é uma espécie de papagaio, abundante no bairro onde foi construído o maior estádio brasileiro até a construção deste, e que por isso leva este nome, dado o Estádio em questão chamar-se oficialmente JORNALISTA MÁRIO FILHO - SEU PRINCIPAL IDEALIZADOR MIDIÁTICO).


Mas chega de enrolar, vamos ao que interessa: em São Paulo, a despeito da estória constitucional de Estado Laico, já identificamos três Cobras - Símbolos de Sabedoria, na visão Greco-Romana; de Equilíbrio Moral, na visão Hinduísta; e de Eixo Do Mundo para o Candomblé (confirmados pelo uso de Caduceus na Contabilidade, da Medicina e da Veterinária, por exemplo):

OB ("vida fatal") está representada na Cobra Coral disposta entre a Avenida Nove de Julho (Vale do Anhangabaú - Toca) e a Praça Júlio Mesquita (Cabeça), estendendo-se pela Avendia São João (Corpo) até a referida Praça que não somente "protege" o Edifiício Andraus ("PIRA"), como também abriga a única escultura a céu aberto do Brasil concebida por uma mulher ("Kundalini");

OD ("vida livremente dirigida") está representada na Sucuri "fazendo digestão" disposta pelo Complexo Esportivo Paulo Machado de Carvalho (Estádio do Paca-Embu = Capivara-Cobra [se em inglês fosse, traduzir-se-ia em "SNAKAPIBARA"]) e Praça Charles Miller, diante da entrada principal, em que campo de jogo e arquibancada em U representam a arcada inferior mandibular da Sucuri em questão (com direito às presas, representadas pelos refletores), e o Tobogã, onde ficava a Concha Acústica, e o Complexo Esportivo caracterizam a arcada superior, o pálato, da Sucuri, completada pelo "corpo inchado" (resultado da deglutição de uma capivara = Paca + Embu) representado pela Praça Charles Miller;


Finalizando, o Bastão: tendo este como ápice o cimo dourado de Aur, representando a Luz Equilibrada, em São Paulo converteu-se em um dos principais (senão o principal) monumentos à maçonaria portuguesa da cidade (calma! do país sabemos que é Brasília...), na concepção da Cobra Naja (a mais sábia) que brota de sua "cesta", a Praça do Monumento (Mausoléu de Dom Pedro II, com seus "22 L's" em homenagem ao Centenário da República [1822-1922] - assunto para outro post), empina-se pela pista do parque, que finda-se no capuz composto pelas bandeiras dos estados brasileiros, e tem seu ápice no Museu do Ipiranga com seu jardim versailette e sua arquitetura monumental "engolindo" aqueles que o visitam e usufruem de seu ambiente.


Nada melhor que a culutra de um museu para representar a cabeça, não acham? Confirmando a teoria aqui descrita da Naja, vê-se ainda o sistema límbico (onde nascem os sonhos) representados pelas gigantescas Quimeras ao solo da "mandíbula" da réptil em questão.


Quem lá já esteve (se ainda não percebeu ao que aqui se descreve), precisaria lá voltar para confirmar estas descrições e linhas. A quem lá ainda não esteve, damos aqui a oportunidade de encarar com outros olhos o que ainda será visto.


[continua]

...

WORLD SOCCER'S COATS ANALEMATICS SOLSTICIALS (ESCUDOS SOLSTÌCIAIS ANALEMÁTICOS DO FUTEBOL MUNDIAL)



A concepção analemática de imagens é algo tão antigo quanto a história da humanidade, remontando a período anterior aos egípcios e fenícios, e chegando aos nossos dias através de mensagens subliminares nos âmbitos arquitetônico e urbanístico.

Quem assistiu à Copa do Mundo de Futebol da FIFA em 2006 inegàvelmente viu algo, mas pode nem ter percebido - por conta do caráter subliminar do que possa(m) ter visto sem ter(em) percebido, e sobre isso escreveremos em outro tópico (isso, de acordo com a demanda de interessados neste assunto, a quem valha a pena descrever tais nuanças simbológicas e que mensagens pretendem passar). Em verdade, a própria FIFA tem intensificado suas mensagens, tècnicamente, a partir do Mundial 1998, com início tímido já em 1978.

O que aqui propomos é o uso do Sol, tão abundante no Brasil (pequena brasa) e que torna nosso país um dos principais destinos costeiros/litorâneos do planeta, sendo um dos país com a maior extensão costeira BALNEÁVEL (sim, devemos perder para os chilenos, mas experimente mergulhar em algum local que esteja a mais de 20 metros do barlavento deles...)
O texto que aqui segue carece de imagens exemplificativas, que inseriremos mais adiante para enriquecer o que aqui descrevemos.
Como resultado visual, Vitrais (ou materiais translúcidos - incolores) pintados nas cores e formatos dos Escudos das principais agremiações nacionais de futebol da CONMEBOL (América do Sul - CBF, Brasil; AFA, Argentina; e AUF, Uruguay), da UEFA (Europa - Alemanha, DFB; e Itália, FIGC), da OFC (Oceania), da AFC (Ásia), da CONCACAF (Américas do Norte e Central + Caribe) e da CAF (África), expostos à luminosidade solar Solsticial Invernal do Hemisfério Sul (incidente à época de realização dos jogos da Confederation's Cup '2013 e World Cup '2014), da Ascensão Reta do Ponto Vernal Azimutal em Tempo Sideral equivalente às 16h00m, à posição 21° 49′ 47″ SUL + 49° 12′ 27″ OESTE - aproximadamente ao Trópico de Capricórnio (23° 26′ 16″), em incidência luminosa sentido Oeste-Leste - fazendo, portanto, uso de observações de caráter astronômico e de Física Espacial (Astrofísica), através de Tábuas Horárias Solares Analemáticas.

HERÁLDICA DOS ESCUDOS DE FUTEBOL BRASILEIROS

Desde o Símbolo Polônio da Confederação Brasileira de Futebol, até os Broquéis de Internacional-RS, Grêmio FBPA, Juventude-RS, Coritiba, Atlético Paranàense, Palmeiras, Corinthians, Cruzeiro-MG, Bahia, Capiberibe-PE e América-RN (para não alongar muito a lista), passando pelos escudos franco-suíços do futebol fluminense e ideológicos do futebol dos estados de SC (E.C. Criciúma), SP (São Paulo e Santos, ambos F.C.) e CE (Fortaleza), todos os símbolos de futebol foram concebidos embasados numa idealização que vai muito além de traços ou formas (muitas vezes exóticas), sempre tendo por bases ideologias que transcendem em muito o campo de jogo, em que muitas pseudo-batalhas são travadas.


O Símbolo do Santos Futebol Clube (assim como de Sampaio Correia-AM, Operário-MS, Ponte Preta-SP e Ceará) tem um formato baseado na Lira Egípcia, uma Harpa Manual (Mini-Harpa) composta por 11 Cordas, em que não pode haver alusão melhor a um "FUTEBOL JOGADO POR MÚSICA", reforçando, também, a questão HARMÔNICA, bem pertinente ao coletivo que, sem harmonia, não vence as partidas. Acima, como exemplo, o prórpio símbolo do "Peixe", "Glorioso Alvi-Negro (em Heráldica, ARGENTUM-SABLE) Praiano", atual Tri-Campeão Continental.


Continuando na questão, a concepção dos símbolos de Futebol parecem ser um reflexo do ZEITGEIST cultural da localidade em que encontram-se. Por exemplo, os grandes times do Rio de Janeiro seguiram uma tendência françoise-valaisanne com pequenas variações em sair da tendência. Como lê-se acima,nos grandes gaúchos e paranàenses predominaram os broquéis (com exceção ao Paraná Clube, que reflete uma mistura franco-polaco-teutônico), ao passo que os grandes paulistas compõem uma eclética "entifada futebolística", a saber: SPFC = Massonary; SEP = Fascisti; SCCP = русский-церковный (qualquer semelhança com CCCP não terá sido mera coincidência - São Jorge é Padroeiro de Moscow); SFC = Católico